Entrevista

«Sinto-me parte deste Benfica»

Jan 13, 2017

Em San Juan, naquele pedaço de terra argentina onde se respira mais Hóquei em Patins do que oxigénio, nasceu Francisco Velázquez, que esta semana - no passado dia 10 - completou 42 anos.

De stick em apenas uma mão, a fazer magia como de uma varinha mágica se tratasse, Panchito ultrapassou as fronteiras próximas do Hóquei em Patins, cativando novos e afastados adeptos da modalidade. Panchito encheu pavilhões e granjeou uma atenção mediática a que faltaram mais títulos. Sinónimo de espectáculo, passou a epíteto. "É um Panchito", vai-se ouvindo de alguns talentos que brotam na formação por esse país e mundo fora.

Serão inúmeras as recordações, tornando difícil de acreditar que Panchito apenas atravessou em Portugal quatro temporadas, incompletas e marcadas por demasiados períodos de ausência por lesão. Mas não esquece o "seu" Benfica.

No actual plantel, apenas Diogo Almeida, Jordi Adroher e Carlos Nicolía têm menos tempo de "casa". Do argentino, Panchito diz que já o superou.

Em Setembro último, Panchito regressou a Portugal muitos anos volvidos. Para rever amigos, para ver uma nova realidade. E esteve à conversa com o HóqueiPT, simbolicamente na casa que agora é do "pai" Carlos Dantas e viveiro de talentos, o pavilhão do Clube Desportivo de Paço de Arcos. Sobre o Hóquei em Patins e o Benfica de outros tempos, sobre o deste tempo, sobre os craques de hoje e os de amanhã.

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