Notícia

Direcção do Benfica leva equipa feminina à Intercontinental

Oct 21, 2018

Apesar de já ter inclusivamente informado a World Skate que recusaria o convite para a participação na Taça Intercontinental, o Benfica vai, afinal, marcar presença com a sua equipa feminina.

Em comunicado emitido na tarde deste domingo, o clube anuncia que aceitou o convite, “apesar de não fazer parte do calendário competitivo de 2018/19 e por isso não contemplada a nível orçamental para a época desportiva em curso”.

Recorde-se que a Taça Intercontinental, nesta que será formalmente a sua primeira edição feminina, previa a participação apenas das campeãs continentais e que o Benfica recebeu o convite em virtude de se ter sagrado vice-campeã europeia em Março último, depois de não haver confirmação de campeãs de África e de Ásia/Oceânia.

Volte-face

No seguimento da notícia inicial da não participação nesta prova internacional, um movimento de adeptos e associados expressou o seu descontentamento e foi inclusivamente iniciada uma acção de “crowdfunding” para ultrapassar uma possível questão financeira, com que, por exemplo, o Gijón se debate. À hora deste artigo, a angariação – no Fundly - já ia nos 568 dólares, mais do que os 500 de objectivo que corresponderiam ao valor de inscrição.

A questão terá escalado até à Direcção do clube da Luz, que garantiria então este domingo a viagem e participação da equipa orientada por Paulo Almeida na Intercontinental.

A Taça Intercontinental Feminina, realizada em paralelo com a Masculina, realiza-se entre 14 e 16 de Dezembro, em San Juan, Argentina. Para além da equipa portuguesa, vice-campeã europeia, estará o Gijón, campeão europeu, e as equipas argentinas do Concepción e Andes Talleres, respectivamente campeã e vice-campeã sul-americanas.

A equipa feminina do Benfica foi “fundada” em 2012, é hexacampeã nacional e na sua história – recente, mas recheada - venceu todas as provas nacionais em que participou menos a Taça de Portugal de 2012/13. Em 2015 alcançou mesmo a glória europeia ao tornar-se a primeira equipa – e, até ao momento, a única – não-espanhola a conquistar a Liga Europeia.

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