Notícia

Pernas foi o MVP da final

Nov 07, 2018

Diogo Pernas foi escolhido como MVP – Jogador Mais Valioso – da final da Eurockey Cup de Sub-15.

O capitão do Paço de Arcos rubricou um poker (quatro golos) na decisiva partida frente ao Vilanova, que a histórica equipa da Linha venceu por 6-1.

Prémio foi entregue por Lluís Ferrer, do comité europeu

Ao longo do torneio, Pernas apontou 15 golos, terminando como o segundo melhor marcador – atrás do colega Filipe Martins (anotou 16) – tal como na última edição do Nacional de Sub-15, só superado pelo ex-companheiro Bernardo Ramalho que, entretanto, se mudara para o Benfica.

Mas o capitão da equipa que na Eurockey Cup foi orientada por Pedro Ramos mostrou muito mais do que frieza frente à baliza. Mostrou uma maturidade acima da média, uma excelente visão de jogo, uma capacidade de “roubo de bola” ao alcance de poucos, e será já uma certeza no futuro da modalidade.

Como MVP da final de Sub-15, Pernas sucede aos também portugueses Bernardo Trindade (Sporting, 2017) e Rafa Pacheco (Porto, 2016). Em Sub-17, também já houve MVPs da final portugueses, com Gabriel Costa (Braga) a vencer em 2014 e Lucas Santos (Benfica) a ser escolhido este ano.

Fora do Cinco Ideal

Apesar da excelente prestação ao longo de todo o torneio, Diogo Pernas ficou fora do Cinco Ideal da prova, numa eleição levada a cabo antes da realização do jogo da final e, como tal, sem considerar os quatro golos apontados que foram a “cereja no topo do bolo”.

Em seis edições de Sub-15, nunca acontecera o MVP da final ficar fora do Cinco Ideal, mas tal já sucedera em Sub-17 em 2015 com Pol Molas (Manlleu) e em 2016 com Pol Besoli (Lleida).

Judith foi MVP Feminina

Num âmbito diferente, a alemã Judith Iseli, do Uttigen, foi eleita a melhor jogadora feminina do torneio. A guarda-redes segue as pisadas da sua treinadora, Kimberly Scheer, que foi MVP nos Sub-17 em 2014.

Na galeria de galardoadas, nunca houve uma portuguesa, mas importa destacar a prestação de Sofia Sacadura (Académica) em 2017, na prova de Sub-15. Sofia foi a única atleta feminina nessa prova – e destacou-se mesmo pela sua qualidade de jogo – mas como só havia uma “candidata”, a organização entendeu – pela primeira vez - não promover a eleição.

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