Breve

Porto arrecada 23ª Supertaça em 37 edições

Oct 07, 2019

Foto de capa: FC Porto

O Porto conquistou este sábado a Supertaça António Livramento pela 23ª vez, reforçando o seu domínio numa competição que teve a sua 37ª edição.

Os dragões ergueram o troféu depois de vencerem a Oliveirense por 6-4, mas foi a equipa de Oliveira de Azeméis que se adiantou, muito cedo, com Jorge Silva a inaugurar o marcador aos dois minutos de jogo.

Ao golo de um campeão do Mundo, respondeu outro campeão do Mundo aos nove minutos, com Rafa a repor a igualdade.

Num jogo vivo, o Porto daria a volta ao marcador a nove minutos do intervalo, com Sergi Miras a não perdoar da marca de grande penalidade, mas a Oliveirense não deixaria os dragões chegarem em vantagem ao intervalo. A dois minutos do descanso, Marc Torra fez o 2-2 e deixou tudo em aberto para a etapa complementar.

A segunda parte foi mais intensa… e mais tensa. Aos seis minutos, depois da 10ª falta azul-e-branca, Torra voltou a não falhar de bola parada e recolocou a Oliveirense, em busca da sua primeira conquista na prova, na frente do marcador.

No entanto, a vantagem da equipa de Renato Garrido seria novamente anulada por Sergi Miras. Quatro minutos depois do terceiro da Oliveirense, Miras bisava para o terceiro do Porto.

Marc Torra assinou um hat-trick, mas não evitou a conquista dos azuis-e-brancos.

Com o passar dos minutos e o aproximar das grandes decisões, o jogo – arbitrado por Miguel Guilherme e Luís Peixoto, tal como em 2013 na última vez que as equipas se tinham encontrado na Supertaça – tinha mais faltas e mais quezílias.

A Oliveirense chegaria à sua 10ª falta a 10 minutos do final, e Giulio Cocco bateu o ex-companheiro Nelson Filipe para o 4-3 e não mais o Porto deixaria a frente do marcador, que só voltaria a mexer em dois minutos finais atribulados.

Com pouco mais de minuto e meio para jogar, Jordi Bargalló viu o azul num lance a motivar muitos protestos. Carlo Di Benedetto não marcou, mas sofreu um choque de Jorge Silva que originou novo azul e grande penalidade para os dragões.

Nelson Filipe ainda travou o primeiro remate de Gonçalo Alves, mas na recarga, o atacante portista faria mesmo o 5-3. E, com a Oliveirense balanceada na frente – e ainda com menos um jogador – o mesmo Gonçalo Alves faria o 6-3 que acabava definitivamente com a questão do vencedor.

Marc Torra ainda reduziu a poucos segundos do final com o seu terceiro golo, mas a Supertaça estava entregue.

No final, os dragões de Guillem Cabestany ergueram o troféu pela quarta vez consecutiva, mas não o levaram para casa. A FPP anunciou o início da contagem para a entrega do “troféu original”, a ser entregue a quem vença a competição por três vezes consecutivas. Para já, o Porto fica com mais uma réplica no seu museu.

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