Notícia

Diogo Rafael apontado a duas décadas de águia ao peito

Jul 13, 2021

O Benfica anunciou a renovação da ligação com Diogo Rafael até 2026. O internacional português pode completar 22 épocas de águia ao peito. #Mercado #PrimeiraDivisão

Depois de no último defeso, Benfica e Diogo Rafael terem prolongado o seu "casamento" apenas por uma temporada, as águias anunciaram agora a extensão por mais cinco, até 2026, com o término de ligação mais tardio oficializado no Hóquei em Patins nacional, para lá do acordo anunciado pelo Sporting em 2018 com Ângelo Girão até 2025.

Percurso

Cumprindo-se o acordo até 2026, Diogo Rafael - então com 36 anos - completará 22 épocas no Benfica e, com a saída de Valter Neves, será já na próxima temporada o jogador com mais anos na equipa principal.

Em 2004, Nelson Lourenço assumiu um cargo técnico no Benfica e no defeso desse ano não hesitou em levar consigo de Turquel um jovem de 14 anos que, como "Chiquinho", já andava nas bocas do Mundo do Hóquei em Patins nacional. Seria a figura maior de uns escalões de formação que se reerguiam, com a construção de equipas de "Infantis B" (actuais Escolares) a "Juvenis" (Sub-17), quando antes as águias só tinham "Juniores" (Sub-20).

Na sua primeira temporada, Diogo Rafael conquistou o Campeonato Distrital de Sub-17 da Associação de Patinagem de Lisboa, o que na altura só valia a participação no Campeonato Nacional no ano seguinte. E Diogo capitanearia os encarnados ao título nacional em 2006. Acabaria por ser um título ímpar no seu processo formativo nas águias (já fora campeão nacional de Infantis pelo Turquel), abreviado pela chamada - muito cedo - aos seniores.

Em 2007 integrava já a equipa principal, às ordens de Carlos Dantas, e seria preponderante no terminar da "seca" de títulos das águias, já com Luís Sénica ao leme. Na final da Taça de Portugal em 2010, o irmão Tiago Rafael apontou um poker, mas Diogo foi o maestro. Na Supertaça nesse mesmo ano, foi João Rodrigues a assinar o poker, mas novamente com Diogo na batuta. E em 2011 assinou o próprio Diogo um poker na conquista da Taça CERS, em Vilanova.

Aos 31 anos, de águia ao peito, soma três Taças de Portugal (2010, 2014 e 2015), duas Supertaça António Livramento (2010 e 2012), uma Taça CERS (2011), três Taças Continentais (2011, 2013 e 2016), três Campeonatos Nacionais (2012, 2015 e 2016), duas Ligas Europeias (2013 e 2016), duas Taças Intercontinentais (2013 e 2017), uma Elite Cup (2017) e uma Taça 1947 (2020).

De quinas ao peito, foi Campeão Europeu de Juvenis em 2005 e de Juniores em 2008, sendo determinante também no título Europeu da selecção absoluta em 2016, em Oliveira de Azeméis, marcando os dois golos que anularam a vantagem italiana e catapultaram a selecção para o título.

Em 2019 falhou o Torneio de Montreux por lesão e ficou fora das escolhas de Renato Garrido para o Campeonato do Mundo, no que muitos já vaticinaram como o fecho de ciclo na selecção.

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