F4 BCN '14

Barcelona vence Liga Europeia

May 06, 2014

O Barcelona conquistou a 20ª Liga Europeia da sua história ao derrotar, na final, o FC Porto por 1-3.

Foi um Porto pragmático que se apresentou para a grande festa do hóquei em patins em Barcelona. Ciente da vontade – e da pressão – de vitória dos blaugrana, a equipa de Tó Neves ofereceu o domínio do jogo ao seu adversário, concentrando-se defensivamente e espreitando o contra-ataque. Na primeira parte, a muralha azul-e-branca cedeu com 17 minutos decorridos, num remate de Marc Torra. Mas nem o golo, nem os mais de 4500 adeptos blaugrana presentes intimidaram o FC Porto. Nem Hélder Nunes. O craque com cara – e idade – de miúdo não tremeu da marca de livre directo e bateu Aitor Egurrola. Mas o guarda-redes catalão fechou aí definitivamente a porta da sua baliza.

A final seria decidida em dois erros, praticamente os únicos, dos azuis-e-brancos. Primeiro houve espaço para Xavi Barroso dar uso à sua temível meia-distância e colocar o Barcelona na frente. E depois, Pedro Moreira perdeu uma bola no meio-campo e Marc Torra não enjeitou a oportunidade de fazer o 1-3 que levou a festa ao Palau Blaugrana.

Marc Torra arma o remate para o 1-3

Nas meias-finais, o Porto eliminara o Vendrell. Claramente mais forte, o Porto adiantou-se com dois golos de Jorge Silva e geriu sempre a partida, pese o coração dos catalães. Os comandados de Guillem Cabestany reduziram perto do final da primeira parte por Jordi Ferrer mas Vítor Hugo fez pouco depois o 3-1 com que se chegou ao intervalo. E voltaram a reduzir, num último assomo de vontade de oferecer à sua entusiasta “afición” mais uma surpreendente vitória, nos que seriam os seus derradeiros três minutos de uma grande epopeia europeia. Mas os golos de Eloi Albesa e Sergi Miras surgiram quando o Porto já vencia confortavelmente por quatro – com golos de Hélder Nunes e Caio – e Hélder Nunes ainda deu uma estocada final, de livre directo, no último minuto.

Jorge Silva indicou o caminho para a final com dois golos

Na outra meia-final encontraram-se o campeão ainda em título e o futuro campeão. O Benfica adiantou-se no marcador por João Rodrigues mas os argentinos Matías Pascual e Pablo Álvarez assinaram a reviravolta ainda antes do intervalo. A segunda parte começou com a 10ª falta do Barcelona mas Egurrola disse presente, negando de forma extraordinária o golo de livre directo ao ex-companheiro Carlos López. Do outro lado, Trabal respondeu à altura negando também o golo de livre directo a Pablo Alvarez mas Marc Torra fez, instantes volvidos, o 1-3. Faltavam jogar 20 minutos mas Egurrola só permitiu um golo, a João Rodrigues e de livre directo, a três minutos do final.

O Benfica caiu nas meias pela margem mínima
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