Notícia

Revista de 2017 - K a O

Jan 02, 2018

A revista de 2017 avança até meio do alfabeto. De Ks de seguidores, ainda assim uma fracção mínima dos adeptos do Hóquei em Patins, nas redes sociais à conquista "back-to-back" do Óquei de Barcelos...

K de 'Milhares'

As redes sociais são cada vez mais um meio de divulgação privilegiado e entidades, clubes e jogadores apostam cada vez mais nesse "atalho" para chegar aos adeptos e para os manter - bem ou, demasiadas vezes, mal... - informados.

Não passando ao lado dessa realidade, o projecto HóqueiPT tenta manter "vivas" as mais populares redes, contando com mais de 14 mil (14.3K) seguidores no Facebook, mais de 7 mil (7.3K) no Instagram e cerca de 1500 no Twitter.

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L, de Lleida

Quando Oliveira de Azeméis parecia bem posicionada para receber a Final Four da mais importante prova europeia de clubes, a Liga Europeia, o Barcelona "bateu" a proposta portuguesa e levou a decisão para... Lleida.

Em pista, para lá dos problemas da mesma que colocaram inclusivamente em causa a realização dos jogos, o Reus partia como o menos favorito, a única das quatro equipas presentes que não tinham estado na Final Four do ano anterior. Mas os "rojinegros" de Enrico Mariotti venceriam o Benfica no desempate por grandes penalidades - com um Pedro Henriques, emprestado pelos próprios encarnados, a ser preponderante - e arrebatariam o seu oitavo título (50 anos depois do primeiro) ao triunfarem sobre a Oliveirense na final.

Reus surpreendeu concorrência e garantiu a oitava Liga Europeia da sua história

Foi o culminar de um percurso em que um Reus fadado para ser o carrasco das equipas portuguesas já defrontara o Sporting na fase de grupos e afastara o Porto nos quartos-de-final.

M, de Marcadores de Tempo de Ataque

Desde que foi introduzido o "tempo de ataque", que a contagem pelos árbitros dos 45 segundos era fonte de burburinho nas bancadas, onde a percepção do passar do tempo nem sempre é a mais lúcida.

Lançada em 2012, a Eurockey Cup adoptou desde logo a utilização de marcadores electrónicos, como os que há muito são utilizados no basquetebol, no sentido de mitigar o problema. A medida sempre foi aplaudida por todos os que participaram nas diferentes edições do torneio e, quando, em 2016, a Elite Cup foi idealizada, os marcadores voltaram a provar ser uma inquestionável mais-valia, e apontados por todos como indispensáveis no mais breve trecho possível para a evolução da modalidade.

Em Julho de 2017, no Europeu de Sub-17 em Fanano, o CERS-RH adoptou a título experimental os marcadores, ficando finalmente convencidas as instâncias internacionais e a cúpula do Hóquei em Patins a regulamentar o seu uso, ainda que facultativo.

45 segundos do tempo de ataque estão agora bem visíveis para todos

Adiantou-se a Federação de Patinagem de Portugal a dá-los como obrigatórios para o Melhor Campeonato do Mundo que se avizinhava, seguindo-lhe as pisadas o CERS-RH, que foi mais além, impondo um modelo próprio para as competições europeias. E na derradeira semana do ano, a "inovação" chegou a Itália, com o arranque da segunda volta da "fase regular" da Legahockey.

Pela negativa, fica a não utilização dos marcadores nem nos Mundiais - seniores masculinos, femininos e Sub-20 - nem na Taça Intercontinental, provas organizadas pela World Skate, autoridade máxima a nível mundial.

N, de Novas Regras

O ano de 2017 trouxe novas regras ao Hóquei em Patins. Em vigor desde 1 de Agosto, o novo regulamento tem entre as suas alterações, duas significativas e com mais impacto para todos os agentes da modalidade.

O fim do "golo de ouro" (para muitos, "morte súbita") era há muito reclamado e foi finalmente concretizado, voltando a jogar-se o prolongamento na sua totalidade. Para a história ficarão os últimos golos de ouro celebrados em competições de clubes e selecções, ambos assinados por portugueses. Ricardo Barreiros marcou na meia-final da Liga Europeia e José Gonçalves na final do Campeonato da Europa de Sub-17.

Golo de ouro de Barreiros frente ao Barcelona fica para a História como o último em competições europeias de clubes.

Por outro lado, a não contagem do tempo para se passar para a meia pista atacante quando a equipa se encontra em inferioridade numérica tem sido muito questionada por favorecer o infractor... e poderá ser revista, com outras regras, já em 2018.

Noutras alterações, destaque para o fim da cerimónia de escolha de "campo ou bola", tendo ficado definido em regulamento qual o lado que cada equipa ocupa em cada parte e de quem "sai a bola".

O, de Óquei

Em Abril, a Taça CERS foi conquistada pelo Óquei de Barcelos pelo segundo ano consecutivo, algo que só Reus e Novara tinham logrado, e pela terceira vez na sua história, juntando-se assim os barcelenses a Liceo e Novara como recordistas em número de vitórias na prova.

Depois do triunfo em 2016 perante o seu público, e sem conseguir uma intromissão entre os quatro primeiros do Nacional que o levariam à Liga Europeia, o Barcelos voltou a vencer a segunda prova do calendário europeu. E, desta feita, em casa do "inimigo". Em Viareggio, a equipa portuguesa bateu na final o anfitrião, por 4-2, depois de nas "meias" ter ultrapassado os também italianos do Sarzana por 1-3.

Óquei de Barcelos de Ricardo Silva e Zé Pedro defendeu com êxito o título da CERS

A conquista foi conseguida sob a batuta de Paulo Pereira que, no entanto, na CERS, só orientou os barcelenses na Final Four. Paulo Freitas, obreiro do título de 2016, despedira-se da equipa após o jogo da segunda mão dos quartos-de-final, garantindo a presença na terceira Final Four consecutiva.

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