Notícia

«Quando alguém falhava, aparecia um colega»

Jul 18, 2019

Na quarta grande penalidade para Portugal, Rafa teve a oportunidade de decidir desde logo o Mundial a favor de Portugal. “O que me passou pela cabeça foi marcar golo. Infelizmente não consegui”, lamentou, elogiando desde logo o espírito de equipa que levou ao título.

“Demonstrámos ao longo desta semana que somos uma verdadeira equipa. Eu falhei, mas a seguir apareceu o Girão, defendeu. Quando alguém falhava, aparecia um colega a superar todas as dificuldades que pudessem ser encontradas durante os jogos, e foi isso que aconteceu”, constatou.

“Tínhamos muita vontade de ganhar este campeonato e acho que o demonstrámos dentro do rinque. Fomos uns justíssimos vencedores”, sublinhou.

Na derradeira partida, Rafa, no final do tempo regulamentar e no prolongamento, terá sido o português que mais tentou levar o jogo para a meia pista contrária, muitas vezes desacompanhado. “Vínhamos de uns quartos-de-final e meias-finais em que jogámos 60 minutos. Isso traz algum cansaço extra, é verdade. Foram dois jogos muito competitivos”, recordou, desvendando o segredo para mais uns sprints quando já a maioria patinava devagar. "Numa final, o cansaço tem de ficar para trás das costas, e foi isso que eu tentei fazer. Dei tudo aquilo que tinha, deixei aqui tudo dentro do rinque. Tanto eu como os meus colegas, tenho a certeza absoluta”, assegurou.

“Agora estamos a colher os frutos disto e acho que isto é mais do que merecido, tanto para nós como para todas estas pessoas que nos apoiaram”, observou.

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