Notícia

Kiko, campeão nacional de Sub-17, será adjunto de Dominguez

Aug 18, 2019

Frederico Mascarenhas, conhecido por “Kiko” no Hóquei em Patins, será o adjunto de Alejandro Dominguez na equipa principal do Benfica, na temporada que se avizinha.

Kiko, que este domingo celebra 30 anos, completou a sua terceira época à frente dos Sub-17, logrando a conquista da prestigiada Eurockey Cup e o título de campeão nacional no escalão. A “chamada” de Alejandro Dominguez acaba por ser o corolário de uma grande temporada.

O jovem técnico regressou ao Benfica em 2016, depois de quatro anos em Paço de Arcos, para suceder a Hugo Lourenço (hoje treinador dos Sub-20) nos Sub-17. Antes, Kiko já estivera na Luz como treinador, nos escalões base da formação das águias.

Não deixando de estar à frente dos “seus” Sub-17, Kiko abraçará agora um desafio como escudeiro de Alejandro Dominguez, na peugada do trabalho – cada vez mais valorizado – de, entre outros, Jorge Ferreira (adjunto de Guillem Cabestany), Edo Bosch (adjunto de Renato Garrido) ou Ricardo Gomes (adjunto de Paulo Freitas).

De “segundos” para “primeiros”

O Hóquei em Patins não é uma modalidade fértil em casos de adjuntos – ou “segundos” como é vulgar dizer-se no país vizinho – que vingam depois como treinadores principais. Muitas vezes o adjunto é menosprezado, mas, num passado recente, há dois casos que importa relevar.

Em Portugal, Renato Garrido, foi adjunto de Cabestany em 2015/16, e saiu de “debaixo da asa” do catalão para assumir o projecto da Juventude de Viana, rumando depois a Oliveira de Azeméis. Nesta época finda, que foi a primeira que iniciou à frente da Oliveirense, Renato Garrido conquistou a Taça de Portugal e, abraçando o desafio da Selecção Nacional, conquistou a Taça das Nações e um Campeonato do Mundo que escapava às cores lusas desde 2003.

De adjunto no Porto em 2016 a campeão do Mundo em 2019, ascensão de Renato Garrido foi meteórica

Em Espanha, em 2017, o sucesso do “adjunto” teve. Num caso de confiança pouco usual em Portugal, o Barcelona apostou na continuidade e Edu Castro sucedeu a Ricard Muñoz no comando técnico daquela que é tida como a mais forte equipa do Mundo. E, em duas temporadas, venceu duas OK Ligas, duas Taças do Rei, uma Supercopa, uma Liga Europeia, uma Taça Continental e uma Intercontinental.

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