Notícia

Estreia a vencer

Jun 22, 2015

Portugal estreou-se a vencer no 42º Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins. A selecção das quinas venceu a Alemanha por 5-2.

“Entalados” entre o jogo anterior que foi a grandes penalidades e as obrigações de transmissão televisiva, Portugal e Alemanha nem tiveram tempo de aquecer. E, a frio, o guarda-redes e capitão germânico Patrick Glowka sofreu dois golos nos primeiros 35 segundos. Logo aos sete, João Rodrigues inaugurou o marcador e as contas de Portugal neste Mundial para, pouco depois, Gonçalo Alves fazer o 2-0.

João Rodrigues abriu e fechou as contas

Foi uma espécie de aquecimento ingrato para os alemães. Mas a perder por dois, a equipa de Mark Berenbeck que tão boa conta deu de si no Europeu de Alcobendas não baixou os braços. Portugal baixou a intensidade e viu a Alemanha reduzir para a margem mínima a nove minutos e meio do intervalo. Os germânicos lograriam mesmo o empate. No último minuto da primeira parte, e num lance em que a equipa portuguesa falhou defensivamente, Liam Hages fez o 2-2.

O descanso fez bem aos portugueses. Voltaram a entrar bem - com Rafa a fazer o 3-2 de livre directo aos dois minutos e meio – e impuseram um ritmo alto, com várias oportunidades de golo e a retirar iniciativa aos germânicos.

Rafa estreou-se a marcar pela selecção numa grande competição

Diogo Rafael e João Rodrigues selariam a vitória, o primeiro numa excelente jogada de entendimento e o segundo na recarga a uma grande penalidade.

Conferência de imprensa

No final do jogo, Luís Sénica e Valter Neves revelaram-se contentes com a boa entrada em jogo e a segunda parte mas insatisfeitos com um certo “relaxamento” após o 2-0 que permitiu o empate antes do intervalo.

Mark Berenbeck estava extremamente contente com a sua equipa e com o recuperar de dois golos. Abordando a questão de não poder ter aquecido convenientemente, foi crítico. O guarda-redes Patrick Glowka, que acabaria por ser a principal “vítima” ao sofrer dois golos num ápice, abordou necessariamente o mesmo ponto. No entanto, nem Berenbeck nem Glowka usaram o facto como desculpa, apenas criticaram uma decisão que afectaria as duas equipas.

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