«Ganhar, ganhar, ganhar»

Em estreia na selecção absoluta de Portugal, Xavi Cardoso tem somado muitos minutos e é peça importante no xadrez de Paulo Freitas, tendo contribuído (também) com o derradeiro golo frente à Espanha. O mote é de trabalho e vitórias.

«Ganhar, ganhar, ganhar»

Xavi Cardoso é, na Taça das Nações, um dos estreantes na selecção absoluta de Portugal, a par de Gonçalo Pinto, com quem, curiosamente, partilha o dia de aniversário.

Este sábado, Portugal defronta a Itália nas meias-finais depois de uma vitória por 4-2 sobre a Espanha selada por Xavi, num reamte de muito longe para a baliza deserta espanhola. O jogador da Oliveirense colocava a "cereja no topo do bolo" depois de um grande trabalho a nível defensivo e importante nas transições, parecendo conquistar um lugar nas escolhas de Paulo Freitas.

No final da partida, Xavi Cardoso prometeu trabalho e deu o mote para o percurso na selecção portuguesa: "ganhar, ganhar, ganhar".

Xavi Cardoso chega à selecção principal "apenas" aos 29 anos. Apesar de ter sido chamado a estágios de preparação, não integrou antes o grupo final, sendo agora aposta do novo seleccionador.

A chegada à selecção absoluta de Portugal acontece oito anos depois de, em Itália, ter conquistado a Taça Latina às ordens do agora presidente federativo Luís Sénica. Dessa vitoriosa selecção, era figura maior Hélder Nunes, o único que - até agora - granjeou afirmação plena de quinas ao peito.

Em Follonica, na Páscoa de 2016, para além de Hélder e Xavi, estavam Alvarinho (agora no Óquei de Barcelos), Diogo Neves (Trissino), Guilherme Silva e Xanoca (Tomar), João Almeida (Valongo), Pedro Cerqueira (Académica de Espinho) e os guarda-redes Diogo Alves (Oliveirense) e Diogo Rodrigues (Paço de Arcos).

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