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«Não há melhor sensação do que esta»

Jul 17, 2019

Ao ver o terceiro cartão azul na prova no jogo das meias-finais, Jorge Silva ficou impedido de jogar a final, ficando a sofrer por fora. “É terrível”, confessou. “Tinha acabado na sexta-feira com um sentimento de dever cumprido pelo Mundial que fiz - fiz um Mundial fantástico - mas triste por não poder ajudar a minha equipa”, referiu.

Mas a ausência não beliscou a sua fé na vitória. “Estava plenamente confiante naquilo que eles iam fazer e mostraram aqui em pista que, para deitarem abaixo este grupo, é preciso muito”, elogiou. “O título foi sempre o objectivo. Se sofrêssemos, não havia problema, íamos tirar dividendos disso. E os dividendos são sairmos daqui campeões do Mundo. Na terra que é, no pavilhão que é... não há melhor sensação do que esta”, regozija-se. “É o ponto mais alto da minha carreira e vou relembrá-lo para o resto dos dias”, assegurou.

Jorge Silva viveu a final na bancada

Jorge Silva, que no último defeso deixou o Porto rumo à Oliveirense de Renato Garrido, estava fora dos eleitos para a Selecção Nacional desde o Mundial de 2015, quando Portugal caiu nas “meias” frente à Argentina. Muitos vaticinaram que não regressaria a jogar de quinas ao peito.

"Foi tudo uma sequência de coisas. O ‘mister’ Renato tomou conta da Selecção e lançou-me o desafio. Eu aceitei e, depois de 2015, vim cá determinado em ganhar este. Saio daqui completamente satisfeito, com uma medalha que vai ter o lugar mais especial que possa existir em minha casa”, revelou, fazendo questão de deixar um agradecimento especial.

“Queria agradecer a todos os portugueses que nos apoiaram aqui no Palau. Foi incrível jogar ‘fora de portas’ com um pavilhão mais de metade nosso... é fantástico”, sublinhou.

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