Notícia

Capacete obrigatório para Sub-15 em Espanha

Feb 25, 2022

A federação espanhola aprovou a alteração das bases de competição, tornando - desde já - obrigatório o uso de capacete nos jogadores de pista nos escalões de Sub-15 e inferiores. Há apenas uma marca, com quatro modelos, homologada. #Regras

A federação espanhola (RFEP) anunciou a aprovação da alteração no Regulamento Geral de Competições, tornando obrigatório o uso do capacete em todas as equipas de categoria "infantil" e inferiores. Isto é, para nascidos em 2007 e posteriormente, ou seja, Sub-15. Nas categorias de formação acima (Sub-17 e Sub-19), será permitida a utilização, mas, para já, sem obrigatoriedade.

A medida, segundo a RFEP, visa dar resposta à "inquietude insistente de diferentes agentes no Hóquei em Patins, velando principalmente pela segurança dos desportistas" e vem no seguimento de estudos lançados depois de acidentes preocupantes.

A questão do capacete foi primeiramente levada a sério pela federação catalã, que homologou mesmo um equipamento. Mas, esse, não poderá ser usado nas competições nacionais.

A RFEP salvaguarda que as federações autonómicas, como a catalã, podem homologar outros equipamentos, mas apenas para as suas competições, e não podem proibir de forma alguma a utilização dos capacetes homologados pela federação espanhola (e World Skate). Para estes, há monopólio da ProKover.

O capacete homologado

Para tornar a obrigatoriedade de capacete viável e regulamentada, a federação espanhola procedeu - em conjunto com a World Skate, na qual o presidente da federação espanhola Carmelo Paniagua preside ao Comité-Técnico - à homologação do equipamento permitido.

Para já, apenas a marca ProKover viu os seus equipamentos de protecção homologados, dispondo de quatro modelos (One, One Plus, Band e Band Plus) à venda na loja recomendada por um preço de 145 euros por capacete completo. Caso haja necessidade de substituir apenas a viseira, as homologadas têm o custo de 90 euros.

Resta saber se a ProKover, no seu monopólio, terá capacidade para dar resposta às encomendas e se os atletas e seus "patrocinadores" (vulgo, pais) têm capacidade económica no imediato para este custo acrescido, ainda que em prol da segurança.

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