Notícia

Protesto do Benfica sobre final da Taça improcedente

Aug 06, 2022

O Benfica viu confirmado improcedente, pelo Conselho de Justiça, o protesto sobre um eventual erro técnico na final da Taça, frente ao Porto. É reconhecido um 'erro de julgamento', mas tal não justifica a repetição do jogo. #Disciplina #TaçaDePortugal

A 9 de Abril, o Porto vencia o Benfica por 1-5 na final da Taça de Portugal, erguendo pela 18ª vez na sua história o troféu.

A cerimónia de entrega das medalhas e do troféu não contou com a presença do finalista vencido Benfica, que protestara a partida por um alegado erro técnico logo aos dois minutos e meio, que resultou no primeiro golo dos dragões.

Nas suas alegações, os encarnados alegaram não um, mas dois possíveis erros técnicos. Primeiro, porque a bola não estaria totalmente imobilizada aquando da marcação do livre indirecto, depois porque a bola não teria tocado em ninguém após a marcação de Gonçalo Alves. Mas não seria difícil, à luz dos regulamentos, concluir que o protesto tinha poucas bases para vingar.

No entanto, ainda que o Comité-Técnico tivesse indeferido o protesto da partida (não tendo a decisão sido publicada no site federativo), as águias recorreram para o Conselho de Justiça que, em acórdão datado de 29 de Julho, declarou improcedente o protesto sobre a decisão anterior, vincando a falta de razão das águias para a repetição da partida.

Por análise das imagens televisivas, o Conselho de Justiça reconhece que Gonçalo Alves "não imobilizou a bola antes da marcação do livre indirecto", mas tal é um "erro de julgamento" dos árbitros João Duarte e Pedro Figueiredo e não uma "incorrecta aplicação das leis de jogo", o que não justifica protesto. "Não fosse assim e qualquer decisão errada de uma equipa de arbitragem legitimava a apresentação de protesto e possível repetição do jogo", sublinha.

Sobre se Pedro Henriques teria ou não tocado na bola antes desta entrar (alguém teria de tocar após o remate de Gonçalo Alves, dado que o livre era indirecto), o Conselho de Justiça considera que "não resulta claro e isento de dúvidas se a bola terá ou não tocado", vingando assim a declaração dos árbitros.

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