«Sempre gostei do Hóquei e tento aportar o que vivi e o que sei»

Bicampeão do Mundo, Carlos López integra agora a equipa técnica de uma selecção feminina argentina a quem o título escapa desde 2014. E continua a jogar e a ganhar. Deixou Portugal em 2016 (e voltaria...), mas nunca deixará o Hóquei.

«Sempre gostei do Hóquei e tento aportar o que vivi e o que sei»

Carlos López chegou à Europa em 1997, com apenas 20 anos, para o Liceo. Esteve ali sete épocas conquistando - entre outros- uma Liga Europeia antes de rumar ao Barcelona.

Pelos blaugrana conquistaria mais quatro Ligas Europeias e, em sete temporadas entre 2004 e 2011, seis OK Ligas.

Rumaria depois a Portugal e ao Benfica em 2011, para quatro temporadas em que se destaca a conquista da primeira Liga Europeia das águias, em pleno Dragão Caixa, em 2013, momento que continua a marcá-lo.

Em 2015, terminou contrato com o emblema da Luz e apostou em mais uma temporada em Portugal, na Oliveirense.

Tendo conquistado o máximo troféu europeu por todas as (três) equipas que representara na Europa, Carlitos quase repetia o feito pela equipa de Oliveira de Azeméis que, em 2016, na Luz, chegaria - pela primeira vez na sua agora centenária História - à final. Faltaria sorte e, segundo os oliveirenses, melhor arbitragem.

Era o final de carreira. Ou não. Porque há Hóquei em Patins para lá da Europa. E em San Juan então...

Seis anos depois do regresso ao país das pampas, Carlos López ainda joga e vai somando títulos pela UVT, como o último sul-americano. E está à espera da oportunidade de disputar a Taça Intercontinental, onde - regulamentarmente - deveriam estar também Trissino, Valongo e Lomas de Ribadavia.

Pela selecção, López conquistou dois Mundiais, em 1999 e 2015. E agora procura um outro, como adjunto de Dario Giuliani nas "águilas", a selecção feminina argentina.

A Argentina não vence o título mundial feminino desde 2014. No ano seguinte, Dario Giuliani era o seleccionador e Carlos López era o capitão de uma albiceleste masculina que, em França, conquistaria o título depois de 16 anos, "matando um borrego". Estará na hora de "matar" outro?

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