«O nosso caminho é tentar encurtar a diferença que existe, que é real e é visível»

Angola resistiu a uma 'superpotência' Argentina até onde pôde, escapando por pouco o que seria um prémio para a resiliência da equpa em pista. Rui Neto, pragmático, aponta uma diferença clara para as cinco selecções mais fortes e, ser o melhor das restantes, já não será mau.

«O nosso caminho é tentar encurtar a diferença que existe, que é real e é visível»

Depois de uma derrota tangencial com Itália, nova derrota pela margem mínima com a Argentina. Desta feita, mais ingrata, pelo golo sofrido a 51 segundos do final.

"É uma vitória moral", lamentou o seleccionador Rui Neto, recordando que Angola defrontou "uma superpotência do Hóquei". O técnico apontou um "bom jogo dentro das nossas limitações, em termos de plantel e de qualidade".

"Aguentámos ao máximo", referiu, assinalando problemas físicos que condicionaram a parte final da partida. O golo sofrido no último minuto impediu um empate que "seria um prémio para a resiliência que os meus jogadores tiveram em pista", vincou.

Rui Neto levou Angola a um 6º lugar no último Mundial e vai preparando nesta Taça das Nações o próximo. "É um espaço de preparação e principalmente de observação", ressalvou, sublinhando de forma pragmática que, "nesta altura, ser o primeiro dos outros cinco [Espanha, Argentina, Itália, Portugal e França] já não é mau". "O nosso caminho é tentar encurtar essa diferença que existe, que é real e é visível", afirmou.

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