«Os passos que estamos a dar são em frente»

A Espanha terminou a Taça das Nações fora do pódio, tal como tinha sucedido no Europeu, num arranque em falso às ordens de Pere Varias. Mas o capitão Nil Roca está contente com a equipa e com o trabalho feito, e acredita que os passos que estão a ser dados são em frente.

«Os passos que estamos a dar são em frente»

Pere Varias herdou de Guillem Cabestany uma selecção campeã do Mundo, mas, por lesão órfã do capitão Pau Bargalló. Sem o actual jogador do Benfica, a Espanha não foi além do 4º lugar no Campeonato da Europa, em Setembro, e de outro 4º lugar, agora na Taça das Nações.

Como no Europeu, "La Roja" começou bem. Então com quatro vitórias, agora com duas. Depois, ficou fora da final do Campeonato da Europa derrotada nas meias-finais, nas grandes penalidades. Agora, não foi à decisão por uma derrota no prolongamento. Pelo 3º lugar, perdeu com Itália em Paredes, e com Portugal em Montreux.

Mas, para Nil Roca, o futuro promete ser mais risonho. "É o segundo ano com esta nova equipa técnica, mas os passos que estamos a dar são em frente. Mesmo com a derrota, estou contente com a equipa e com o trabalho que fizemos. Fomos melhores do que ontem", apontou depois do tangencial 3-2 frente a Portugal que custou o bronze.

Já perspectivando o Mundial, Nil garante que a Espanha estará melhor, porque haverá várias semanas de preparação. Desta Taça das Nações, "jogámos melhor do que no primeiro dia, e é com isso que fico", congratulou-se o actual capitão espanhol que garante que a braçadeira não é uma responsabilidade acrescida. "Todos somos iguais", assegurou.

Gostou deste artigo?

Apoie outras causas

AMGRoller Compozito
Outros artigos da edição
«Fizemos um grande torneio, merecíamos um golo e o prolongamento»

«Fizemos um grande torneio, merecíamos um golo e o prolongamento»

A Itália protagonizou uma excelente campanha em Montreux. A selecção de Alessandro Bertolucci caiu na final, mas terminou de cabeça erguida, com uma grande derradeira partida, que merecia golos. O técnico, agora com contas complicadas, sente que estão perto de um título.

«Em relação ao Hóquei profissional, muito dificilmente vou continuar»

«Em relação ao Hóquei profissional, muito dificilmente vou continuar»

Francisco Veludo mudou-se em Dezembro para a Suíça, para um 'tipo de vida diferente' que é regra para os jogadores de Hóquei em Patins. No entanto, já ajudou o Biasca a conquistar, de forma inédita, a Taça, e prepara o play-off do título. Pelo meio, uma boa presença em Montreux.

«Fomos uma equipa sólida, consistente, a jogar Hóquei»

«Fomos uma equipa sólida, consistente, a jogar Hóquei»

Numa participação marcada pelas derrotas nas duas primeiras partidas, o seleccionador Nuno Lopes - tendo presente que esta é uma França que 'tem de estar nas medalhas, tem de estar nas taças' - destacou a seriedade com que foram abordadas as restantes partidas.

«Esta é a melhor selecção francesa em que já estive»

«Esta é a melhor selecção francesa em que já estive»

Apesar de derrotas nos primeiros dois jogos, Carlo Di Benedetto valoriza o trabalho feito em Montreux e as exibições conseguidas durante a semana, com opções 'ganhas' para a rotação da equipa. E o capitão gaulês terminou como melhor marcador da prova, com oito golos.

«Angola termina naquela que é a sua posição natural neste momento»

«Angola termina naquela que é a sua posição natural neste momento»

Uma derrota com a França ditou o 6º lugar final para Angola na Taça das Nações, depois de uma entrada em competição com duas derrotas tangenciais frente àqueles que seriam os dois finalistas. 'No cômputo geral, a participação de Angola foi muito positiva', contou Rui Neto.

«Ganhámos quatro jogos de cinco contra as melhores selecções do Mundo»

«Ganhámos quatro jogos de cinco contra as melhores selecções do Mundo»

Após a conquista do bronze na Taça das Nações, João Rodrigues analisou a 'boa' participação portuguesa, com apenas ‘um jogo mau’ que comprometeu as aspirações a lutar pelo troféu. Frente à Espanha, foi dada a resposta.