«Angola termina naquela que é a sua posição natural neste momento»

Uma derrota com a França ditou o 6º lugar final para Angola na Taça das Nações, depois de uma entrada em competição com duas derrotas tangenciais frente àqueles que seriam os dois finalistas. 'No cômputo geral, a participação de Angola foi muito positiva', contou Rui Neto.

«Angola termina naquela que é a sua posição natural neste momento»

Pragmático, o seleccionador Rui Neto apontou o 6º lugar de Angola na Taça das Nações como "natural". "Angola termina naquela que é a sua posição natural neste momento", contou-nos após a derrota com a França por 6-3 no derradeiro dia em Montreux. "A França é melhor do que Angola", constatou.

Apesar deste último desaire, Rui Neto aponta uma boa participação. "No cômputo geral, a participação de Angola foi muito positiva", referiu.

De facto, foi uma Angola do "quase" nas duas primeiras jornadas, perdendo por 3-4 com Itália e por 2-1, com o golo da derrota a surgir no último minuto, frente à Argentina. Ou seja, duas derrotas tangenciais com aquelas que seriam as duas finalistas desta Taça das Nações. Seguiram-se vitórias por 2-4 sobre Montreux e sobre a Suíça por 5-2, levando os angolanos à disputa do 5º lugar.

No caminho, houve oportunidade para Rui Neto observar alguns novosjogadores, como Tomás Cardoso, que acabou com quatro golos (numa eficácia plena de três em três grandes penalidades), ou Francisco Eduardo, "Chiquinho", o único chamado do campeonato angolano.

O jogador de 34 anos do DV Sport foi uma agradável surpresa, reconheceu Rui Neto, que confessou que não o conhecia totalmente. "Nos minutos que esteve em pista, acrescentou sempre alguma coisa, isso é sempre positivo". Chiquinho terminou com três golos, apenas aquém dos quatro de "Cardosão" e dos seis de Gonçalo Nunes.

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