«Os últimos minutos foram difíceis para nós»
Com cerca de meia dúzia de (longos) minutos para jogar na final, Ezequiel Mena deu voz ao esgotamento e sacrifício argentino para ganhar a Taça das Nações. Mas era preciso dar tudo. 'Sempre que jogamos pela selecção é para ganhar, foi o que nos incutiram desde sempre', apontou.

Em Portugal desde 2018, Ezequiel Mena esteve uma temporada no Oeiras e outra no Óquei de Barcelos antes de ser reforço do Porto. Cumpre a sua sexta temporada de dragão ao peito, tem contrato até 2027 e já terá proposta em mãos para renovar. E é um dos inquestionáveis da Argentina, tendo este domingo somado mais um título.
A conquista da Taça das Nações foi tudo menos fácil. "A Itália fez um grande torneio. Nós, fisicamente, já estávamos muito cansados, e os últimos minutos foram difíceis para nós", apontou. "Com a ajuda do Conti, que é uma segurança inacreditável que temos lá atrás, demos tudo e acabámos por marcar o 2-0 que 'matou' o jogo", explicou.
A poucos minutos do final, Mena pediu calma ao banco. Já não era hora de correrias, as reservas de energia já não davam para mais. Mas houve uma suplantação muito própria de quem veste a albiceleste. "Este torneio é de preparação, mas sempre que jogamos pela selecção é para ganhar, porque foi o que nos incutiram desde sempre", referiria.
A Argentina pensa agora no Campeonato do Mundo. E, vice-campeã em 2019, campeã em 2022, novamente vice-campeã em 2024, aponta ao título. "Esta vitória traz-nos muita confiança para o que aí vem", assegurou Mena.
Quinta-feira, 9 de Abril de 2026, 11h01
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