Notícia

Oliveirense 'barrou' Barreiros

Apr 01, 2017

Mesmo com tudo ainda por decidir, há equipas que vão planeando a próxima temporada, há outras que já começaram há muito.

A Oliveirense já terá garantido Jordi Burgaya (21 anos) e o Benfica já terá tudo certo com Vieirinha (20). E entre os dois clubes - actuais líder e segundo classificado do Nacional da I Divisão - "balançou" Ricardo Barreiros.

Peça preponderante na conquista do Campeonato da Europa de Oliveira de Azeméis por Portugal, naquele que foi o seu primeiro grande título de selecções, Ricardo Barreiros completou em Janeiro 35 anos, mas demonstra uma condição física invejável, tendo mesmo sido esta semana motivo de reportagem (de A Bola) a sua paixão pelo exigente triatlo.

E todo este fulgor voltou a reacender o interesse do Benfica, clube que o jogador já representou no passado.

Ao que o HóqueiPT apurou, as águias teriam tudo certo com o jogador logo em Setembro, mas o acordo terá esbarrado na intransigência da Oliveirense em libertar o atleta. A equipa de Oliveira de Azeméis e o jogador têm contrato até 2018 e a ambição do conjunto orientado por Tó Neves em ganhar títulos não se coaduna com o abrir mão dos seus melhores valores. Actualmente, estará mesmo em cima da mesa a negociação de novo contrato até 2020.

No ponto

Ricardo Barreiros é actualmente o terceiro melhor marcador da Oliveirense, com 11 golos, apenas atrás de João Souto (12) e Jordi Bargalló (19). Aos 35 anos, para além de uma excelente condição física e de uma técnica acima da média, Ricardo é um jogador tacticamente evoluído e uma mais-valia para qualquer equipa.

Depois de ter começado no Mira Sintra, Ricardo Barreiros rumou ao Sporting, mas a sua afirmação como jovem talento aconteceria no Paço de Arcos. Em 2004 rumou ao Benfica - com Carlos Silva, Valter Neves, Pedro Afonso e Rui Ribeiro - onde, ficaria até 2009. Sem conquistar qualquer título...

2016 foi ano de conquista pela selecção numa grande prova

Rumou então a Espanha e ao Liceo da Corunha, onde o seu Hóquei em Patins ganhou outra dimensão. Venceu a CERS no primeiro ano e a Liga Europeia nos dois seguintes, sempre ao lado de Jordi Bargalló. Regressou então a Portugal, mas ao FC Porto, apesar de ter sido veiculado o interesse do Benfica. Na sua primeira época ao serviço dos dragões, chegaram os títulos intra-muros. Conquistou Campeonato Nacional e Taça de Portugal e, no arranque da seguinte, garantiu a Supertaça.

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