Notícia

Illuzzi confirmado num Forte de Liga Europeia

Jul 30, 2021

O Forte confirmou o acordo com Domenico Illuzzi (ex-Lodi) para um projecto que ataca as competições nacionais... e a Liga Europeia. Apesar de pertencer à EHCA, o Forte não abdicou da principal prova continental de clubes. #Mercado #SerieA1

Chamam-lhe o "Progetto Felicitá" ("Projecto Felicidade"). E têm trabalhado nesse sentido.

Perdidos a Coppa Italia e a Serie A1 e vendo partir nomes como Federico Ambrosio (Bassano), Davide Motaran (Valdagno) ou Jordi Burgaya (Liceo), o Forte viu entrar em cena Attilio Bindi, um magnata das sobremesas em Itália que está apostado em "adoçar" a boca aos adeptos do emblema. E já os deliciou com duas aquisições.

Assegurado o regresso de Pedro Gil, tricampeão nas três temporadas que esteve no Forte, a equipa toscana anunciou o acordo com Domenico Illuzzi, confirmando um divórcio do Lodi que se adivinhava, depois de nove temporadas de ligação, e que fora horas antes tornado público pelo próprio Lodi.

O internacional italiano de 32 anos é uma das figuras maiores (para muitos, a maior) do Hóquei em Patins transalpino e será um reforço importante para Alberto Orlandi, para um projecto que olha não só intramuros, como também além fronteiras.

Na Liga Europeia

Pese a tomada de posição da Associação Europeia de Clubes (EHCA), anunciando que os seus sócios não se inscreveriam na Liga Europeia, o Forte fez-se a excepção que confirma a regra e avançou mesmo para a principal prova europeia de clubes.

Reiterando o seu apoio ao projecto da EHCA, o Forte declarou ter considerado "justo, coerente e adequado inscrever-se na Liga Europeia 2021-22 independentemente do que todos os outros clubes pertencentes à EHCA fizeram", dado que - apesar de tudo - "quis ser respeitador das instituições que hoje supervisionam o Hóquei em Patins", nomeadamente a europeia World Skate Europe  e a federação italiana (FISR).

Semifinalista em 2013 (com Carlos Nicolia e Pedro Gil, no Dragão) e 2016 (ainda com Pedro Gil, na Luz), o Forte assume-se, tendo em conta as ausências, como o principal candidato a conquistar a prova. Uma conquista europeia seria inédita na história da sociedade e seria apenas a segunda vez, para lá do Follonica de 2006, que uma formação italiana se sagrava "campeã europeia".

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