Notícia

Marc Gual volta a calçar os patins no projecto do Forte

Aug 24, 2021

Dois anos depois de ter "pendurado" os patins, Marc Gual voltará a calçá-los no ambicioso projecto do Forte, onde reeditará com Pedro Gil uma dupla já com lugar assegurado na História da modalidade. #Mercado #SerieA1 #NaImprensa

Em 2019, Marc Gual surpreendia o mundo do Hóquei em Patins com a decisão de se retirar. Apesar dos 38 anos, as suas faculdades mantinham-se intactas, principalmente a sua leitura e inteligência no jogo, e, na iminência da chegada de Hélder Nunes a Barcelona, falava-se de múltiplos interessados.

Ficou no Barcelona, mas como delegado, e, poucos meses volvidos sobre o "adeus", falava com o HóqueiPT sobre a sua carreira que, para muitos, terminara antes do tempo.

Mas, afinal, avança o catalão L'Esportiu, não terminou. O "adeus" foi um "até já". Aos 40 anos, Marc Gual volta a calçar os patins.

Depois de ter representado Noia, Liceo, Reus e Barcelona, o internacional espanhol e catalão vai reforçar os italianos do Forte, em reconstrução depois das perdas de Ambrosio (Bassano), Burgaya (Liceo) e Motaran (Valdagno).

Segurando Martí Casas, um dos artilheiros da Serie A1, o Forte "roubou" Illuzzi ao campeão Lodi depois de já ter garantido Pedro Gil (ex-Sporting), mas também Elia Cinquini (ex-Lodi), Sergio Festa (ex-Bassano) ou Fran Ipiñazar (ex-Sarzana). E com Gual, recuperando a forma, o Forte será, no panorama italiano e europeu, verdadeiramente... forte.

A "sociedade" com Pedro Gil

Será difícil dissociar o regresso de Marc Gual às pistas do regresso de Pedro Gil ao Forte.

No ocaso da "Armada Invencível", assistiram juntos (lesionados) nas bancadas de Oliveira de Azeméis a um inusitado terceiro lugar da selecção que elevaram ao Olimpo da modalidade. Juntos, conquistaram por "La Roja" nada menos que cinco Mundiais e quatro Europeus, em conquistas sucessivas entre 2005 e 2013.

Mas a ligação já vinha de longe. O ano de 1980 testemunhou o nascimento de Pedro Gil (Abril) e Marc Gual (Dezembro) e juntos cresceriam nos escalões de formação do Noia, até representarem a equipa principal do clube de Sant Saduní.

Reencontrar-se-iam anos mais tarde, entre 2007 e 2009, no Reus, e somariam uma Liga Europeia às conquistas pela selecção de Carlos Feriche.

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