«Definam, de uma vez por todas, critérios»
Sem querer falar de arbitragem depois de um castigo que o afastou do banco por 46 dias, Rui Neto não deixou de apontar algumas lacunas. 'É necessário fazer alguma coisa de forma a que os os árbitros não tenham tanta preponderância na decisão de jogos', alertou.

Com ou sem razões de queixa (e, nesta terceira partida das meias-finais frente ao Benfica, terá algumas), Rui Neto não fala de arbitragem, evitando voltar a estar sob a mira disciplinar da Federação de Patinagem de Portugal.
No entanto, aproveitou o final de temporada para tecer algumas considerações em questões que considera consensuais. "Toda a gente tem de evoluir. É necessário fazer alguma coisa de forma a que os os árbitros não tenham tanta preponderância na decisão de jogos", alertou.
"Um cartão azul ou cartão vermelho é muito penalizador para a equipa que o leva, e uma má decisão pode mudar completamente o jogo. É necessário pensar e reflectir sobre isto", clamou depois de reportar aos critérios.
"Não há critérios iguais. Definam, de uma vez por todas, critérios. Sejam unânimes nas decisões", pediu, reportando a uma situação concreta que lhe vai fazendo confusão.
No segundo jogo das meias-finais, Pedro Henriques viu azul, por segundo amarelo ao interceptar uma bola para fora da pista. "É menos anti-jogo pegar na bola e meter a bola para o ar?", questionou.
Para o técnico barcelense, há que tentar melhorar para não fiquem dúvidas a quem costuma acompanhar os jogos. Quanto mais para quem está em casa... "Imaginem quem está a ver na televisão, e todos os anos as regras mudam", desabafou.
Sexta-feira, 5 de Junho de 2026, 23h58
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