Notícia

Lodi revalida 'scudetto'

May 19, 2018

Foto de capa: Roberta Mirabile (LaRoby)

O Lodi venceu a Legahockey pela segunda vez consecutiva ao vencer o Forte, por 5-3, no terceiro jogo da final.

Depois de vitórias por 3-5 e 2-1, o Lodi podia resolver já este sábado a questão do título italiano e não falhou... mas a contenda só ficou resolvida no prolongamento.

Nuno Resende conquistou o segundo "scudetto" em dois anos à frente do Lodi.

A equipa orientada por Nuno Resende adiantou-se aos 19 minutos, com um golo do jovem Francesco Compagno, e aumentou a vantagem a minuto e meio do intervalo, pelo português Gonçalo Pinto.

A ter necessariamente de ganhar para evitar a festa do rival, o Forte reduziu de imediato, por De Oro, levando para o intervalo uma desvantagem tangencial.

Na etapa complementar, outro português, Luís Querido, fez aos sete minutos o 3-1, de grande penalidade, mas Motaran respondeu na mesma moeda aos 11, relançando o jogo... e o campeonato. Gonzalo Romero, que irá reforçar o Sporting no próximo defeso, fez de meia distância o 3-3 que levou o jogo para prolongamento.

Luís Querido e Gonçalo Pinto são campeões no seu primeiro ano em Itália.

Com apenas minuto e meio decorrido no tempo extra, Giulio Cocco, reforço já anunciado do Porto, fez o 4-3 e o Lodi podia ter dado um passo decisivo ainda antes do intervalo. No entanto, com um livre directo, Cocco foi travado por Gnatta para grande penalidade, que Querido não conseguiu transformar.

O Forte apostou tudo, pressionando a pista inteira, mas não conseguia bater Adrià Català. A dois minutos do apito final, um azul a De Oro levou o imberbe, mas habitualmente eficaz, "Checco" Compagno para a marca de livre directo. O jovem talento italiano falhou, mas o Lodi ficou em superioridade numérica e Alessandro Verona teve espaço para fazer o 5-3 que garantia a vitória no jogo e no campeonato.

A festa foi italiana... mas também portuguesa.

Caminhada triunfal

Na Legahockey, o Lodi venceu a primeira fase com 18 vitórias, seis empates e apenas duas derrotas em 26 jornadas e nos play-offs só sentiu verdadeiramente "calafrios" nas meias-finais, frente ao Viareggio. Antes afastara o Monza, de Pedro Batista, nuns quartos-de-final à melhor de três, com vitórias por 2-3 e 10-3.

O Lodi conquistou o principal campeonato italiano "apenas" pela terceira vez na sua história, depois dos títulos de 1980/81 e 2016/17.

Seguiu-se então, já à melhor de cinco, o Viareggio, de Reinaldo Ventura, que se adiantou, com um triunfo por 5-3. Com vitórias por 4-1 e 5-3, o Lodi virou a eliminatória, mas no regresso a Viareggio voltaria a sentir o amargo sabor da derrota (3-1). Obrigados à "negra", os "giallorossi", na defesa do título, foram categóricos, vencendo por 11-3.

Na final, a mesma das duas temporadas anteriores, o Lodi não facilitou como nas "meias" e venceu logo a primeira partida fora de portas (3-5), vencendo depois perante o seu público por 2-1 e 5-3.

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