Notícia

«Para a História fica quem ganha e quem perde, e eu quero ganhar»

Mar 29, 2021

A derrota, apesar de tangencial e de nada influir na classificação, não satisfez Nuno Lopes. Uma atitude de ambição que quer implementar na cidade e no clube tomarense. #Reacções #Video #PrimeiraDivisão

Um resultado discutido até ao fim e uma derrota tangencial no João Rocha não é para todos, mas não chega para um Tomar - e um Nuno Lopes - que procura outros patamares.

"Temos de a aceitar, mas não podemos ficar satisfeitos com isto. Para a História fica quem ganha e quem perde, e eu quero ganhar", sublinhou, "contra vitórias morais". "É essa pouca ambição que eu tenho de 'matar' numa cidade", assumiu. "Eu sei que não temos o orçamento do Sporting, mas os jogadores não se medem por orçamentos", assegurou.

No jogo, Nuno Lopes reconheceu falhas fatais. "Os dois primeiros golos que sofremos, são duas bolas que não podíamos perder. A nossa segunda parte até foi mais equilibrada, mas faltou-nos mais ataque para encolhermos mais o Sporting", observou, com elogios aos dois guarda-redes. Ângelo Girão, bastião de Lopes na conquista pelo Sporting de uma Taça CERS e uma Supertaça, segurou o 3-3 com a defesa a um livre directo e uma grande penalidade. Francisco Veludo - ganhando seis duelos - mostrou que as bolas paradas são mais um capítulo em que é forte.

Nos quartos-de-final, o Tomar defrontará o terceiro classificado, que poderá ser Sporting ou Óquei de Barcelos. "Não escolho adversários. Quem vier que venha, mas que sejamos nós a sair por cima", deseja e ambiciona.

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