«Tivemos inteligência táctica e uma gestão física perfeita»

Foi um jogo praticamente perfeito da selecção das quinas no objectivo de Portugal chegar à final, reconhecido pelo próprio Renato Garrido e pelo seleccionar gaulês Fabien Savreux. Será também a receita para a final que se segue.

«Tivemos inteligência táctica e uma gestão física perfeita»

O triunfo luso por 4-0 nas meias-finais deste Campeonato do Mundo escreveu-se sobre um impressionante rigor táctico português.

Carlo Di Benedetto lamentou os últimos cinco minutos. Chegados ali a perder por 1-0, estava tudo em aberto para a França, mas, ainda que os gauleses atacassem muito durante o jogo, a partida penderia definitivamente para o lado português. Fabien Savreux deixou largos elogios à preparação desta partida por Portugal e por Renato Garrido, na identificação das mais valias do jogo francês e na colocação em prática de uma estratégia que as anulasse.

Carlo estava inconsolável, mas esta é uma França que, em toda a sua História, chega agora pela segunda vez a uma meia-final do Mundial, tendo a primeira acontecido em 2019. Desta selecção de San Juan, Le Roux completa agora 31 anos e Bonneau tem 29, mas toda a restante equipa é mais nova que o mais novo português (Hélder Nunes, com 28). Entre os mais utilizados, Carlo tem 26 e Bruno, Roberto e Remi 25.

Do lado português, Henrique Magalhães, num tratado de bem comunicar, mesmo em castelhano (jogou no Liceo na temporada de 2016/17), descreveu as emoções de uma partida tensa, libertadas naquele remate de meia pista para o 3-0 já no último minuto.

Renato Garrido destacou o rigor de Portugal, num jogo perfeito frente a uma França que, alerta, ainda vai melhorar.

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